| Fase
I (veja fotos)
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Fase
II
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A
equipe, formada por pesquisador, bióloga e guias, realiza
expedição na área do Parque Nacional da Serra
dos Órgãos (RJ) para tentar aproximação
com um dos grupos de Muriquis avistados na fase I do Projeto para
iniciar o estudo da ecologia comportamental do primata que é
o maior das Américas e o maior mamífero endêmico
do Brasil, encontrado somente na Mata Atlântica.
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Nesta
segunda etapa do Programa Muriqui, através de convênio
com a TEREVIVA, profissionais do Instituto de Pesquisas Ecológicas
(IPÊ) , Nicholas Saraiva (ecólogo) e Regiane Romanini
(bióloga), darão continuidade ao trabalho iniciado
em janeiro de 2002, por iniciativa do próprio Parque Nacional,
e que tem como objetivo retirar de maneira definitiva e sustentável
os Muriquis das listas de animais em risco de extinção.

A partir da esquerda:
Wilson Soares (guia); Daniel
Miller (guia); Nicholas
Saraiva (ecólogo); Regiane Romanini (Bióloga).
Até
o momento os esforços do Programa Muriqui foram para localizar
e dimensionar as populações do primata nas áreas
de serra da cidade. Nesta fase, as intenções se estenderão
à captura para colocação de rádio colar,
que permitirá estudos mais aprofundados de ecologia comportamental,
hábitos alimentares, que são úteis para um possível
replantio e manejo da espécie.
A
expedição com membros do IPÊ, o mais novo parceiro
do Programa Muriqui, deve retornar no dia 05 de junho, e as informações
obtidas darão norte às próximas etapas deste projeto
que também tem como objetivo a Educação Ambiental,
e a melhoria da qualidade de vida das comunidades que cercam esta Unidade
de Conservação.
Expedição
saiu em busca do Muriqui durante III Simpósio dos Micos Leões
No momento em que este programa de conservação lançava
sua segunda etapa, marcada por esta expedição, estava
sendo realizado o III Simpósio dos Micos Leões no Parque
Nacional da Serra dos Órgãos (28/05/03). Durante o evento,
o primatólogo Cláudio Pádua, diretor científico
do IPÊ – e que trabalha há mais de 20 anos estudando
o mico-leão preto, juntamente com pesquisadores, especialistas
e ativistas na luta pela conservação dos micos-leões,
esteve discutindo planos para a preservação dos quatro
tipos da espécie que se encontram permanentemente em extinção:
o mico-leão dourado, mico-leão da cara preta, mico-leão-da-cara-dourada
e mico-leão preto, este, o mais ameaçado dos micos.
“Há
vários projetos interessantes em andamento, especialmente de
jovens estudantes brasileiros o que é muito importante para a
continuidade do nosso trabalho. Isso já mostra que a conservação
dos micos é um sucesso”, afirma Pádua. |